History of Portuguese Animation                            
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History of Portuguese Animation                            

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Esta História do Cinema de Animação Português é obra do principal e mais robusto dos organizadores da Cinanima, Antonio Gaio.

Suspeito que ele seja o ser humano vivo que já assistiu mais filmes de animação portugueses do que qualquer outro, conheceu mais cineastas de animação portugueses do que qualquer outro e dedicou mais tempo livre e trabalho livre à animação portuguesa do que qualquer outro.

Portanto, ele aproveita ao máximo essa posição privilegiada, dando testemunho duradouro de tudo o que você queria saber sobre seu país e artistas trabalhando quadro a quadro, e corrige uma lacuna há muito esperada, pois nós, estrangeiros, certamente sabíamos muito pouco (embora não por opção! ) sobre esse assunto até o texto ser publicado em inglês no festival de Annecy 2002.Suspeito que ele seja o ser humano vivo que já assistiu mais filmes de animação portugueses do que qualquer outro, conheceu mais cineastas de animação portugueses do que qualquer outro e dedicou mais tempo livre e trabalho livre à animação portuguesa do que qualquer outro.
Portanto, ele aproveita ao máximo essa posição privilegiada, dando testemunho duradouro de tudo o que você queria saber sobre seu país e artistas trabalhando quadro a quadro, e corrige uma lacuna há muito esperada, pois nós, estrangeiros, certamente sabíamos muito pouco (embora não por opção! ) sobre esse assunto até o texto ser publicado em inglês no festival de Annecy 2002.Suspeito que ele seja o ser humano vivo que já assistiu mais filmes de animação portugueses do que qualquer outro, conheceu mais cineastas de animação portugueses do que qualquer outro e dedicou mais tempo livre e trabalho livre à animação portuguesa do que qualquer outro.
Portanto, ele aproveita ao máximo essa posição privilegiada, dando testemunho duradouro de tudo o que você queria saber sobre seu país e artistas trabalhando quadro a quadro, e corrige uma lacuna há muito esperada, pois nós, estrangeiros, certamente sabíamos muito pouco (embora não por opção! ) sobre esse assunto até o texto ser publicado em inglês no festival de Annecy 2002.

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